Toy Story 5 chega ao Disney+ em 23 de setembro: o que saber antes

Toy Story 5 chega ao Disney+ em 23 de setembro: o que saber antes

Toy Story 5 entra no Disney+ em 23 de setembro de 2026, incluso na assinatura, sem cobrança extra e sem Acesso Premier. A data está confirmada na própria página do filme no serviço.

E tem um detalhe que quase ninguém está publicando, mas que é o que mais interessa a quem vai colocar criança na frente da TV.

Quando e onde

  • Disney+, 23 de setembro de 2026, incluso na assinatura normal.
  • Nos cinemas desde 18 de junho de 2026 no Brasil, pela Disney. Ainda está em cartaz, com mais de 200 sessões ativas no circuito nacional nesta semana, mas a tendência é sair rápido depois do dia 23.
  • Não houve janela de aluguel digital no Brasil. Nos Estados Unidos o filme entrou para compra e aluguel em 18 de agosto, mas por aqui ele vai direto do cinema para o Disney+. Quem procurou alugar e não achou, não era problema de busca.

A mudança que pega os pais de surpresa

Toy Story 5 não é livre. A classificação indicativa no Brasil é não recomendado para menores de 6 anos, e essa é a primeira vez em trinta anos de franquia que um Toy Story não sai como livre.

A justificativa do Ministério da Justiça cita apresentação moderada de tristeza, linguagem imprópria leve, violência fantasiosa e ocorrências baixas de atos violentos e bullying.

Vale entender o contexto antes de se assustar: a faixa dos 6 anos é nova, criada em outubro de 2025 justamente para preencher o vão entre o livre e os 10 anos. Ou seja, parte da mudança é de régua, não necessariamente de conteúdo. Nos Estados Unidos o filme saiu como PG, a mesma faixa dos anteriores.

Um aviso prático: alguns agregadores de streaming estão exibindo “10 anos” para o filme. Está errado. A classificação oficial é 6.

São 102 minutos, uma hora e quarenta e dois.

Do que se trata

A história se passa dois anos depois de Toy Story 4. Bonnie tem 8 anos e está tendo dificuldade de se conectar com outras crianças, que preferem telas. Jessie virou a xerife do quarto, com Buzz de vice, e o arco central do filme é dela.

O conflito começa quando um tablet entra na casa e vira o brinquedo favorito da Bonnie. Ele se chama Lilypad, apelidada de Lily, tem formato de sapo (o trocadilho com a vitória-régia é proposital) e foi desenhada inspirada no LeapPad, o tablet infantil real da LeapFrog. Greta Lee faz a voz original e Maisa faz a brasileira.

Um detalhe de precisão que vale registrar, porque meio mundo está chamando a Lily de “tablet do mal”: o diretor Andrew Stanton recusa a palavra vilã. Ele diz que Lily tem boas intenções, como todo bom vilão, e que “antagonista” seria a palavra melhor.

E o Woody? Depois de sair do quarto da Bonnie no fim de Toy Story 4 para ajudar brinquedos perdidos, ele manteve contato com a Jessie e com os outros. Quando descobre que os amigos podem estar encrencados, volta para ajudar. O filme não desfaz o final do quarto, trata como afastamento e usa o retorno como evento da história. A Bo Peep também volta, com Annie Potts de novo na voz.

O paradoxo das notas

Aqui tem um número que rendeu duas manchetes opostas na mesma semana, e as duas estavam certas.

FilmeCrítica (Rotten Tomatoes)Público
Toy Story (1995)100%92%
Toy Story 3 (2010)98%90%
Toy Story 4 (2019)97%94%
Toy Story 5 (2026)93%94%

Os 93% são a menor nota de crítica da história da franquia. Os 94% do público empatam com o recorde. No Metacritic a distância some: 73 dos críticos contra 7,1 dos usuários, praticamente a mesma coisa. O CinemaScore do público de estreia foi A.

O que as resenhas elogiam: o protagonismo da Jessie e a atualidade do tema. O que elas cobram: cansaço de franquia. Números apurados em 12 de setembro de 2026.

A bilheteria

  • US$ 1,14 bilhão no mundo, o que faz dele o maior da franquia, acima dos US$ 1,07 bilhão de Toy Story 4 e de Toy Story 3.
  • Maior abertura da história da franquia: US$ 159,7 milhões no primeiro fim de semana americano, contra US$ 120 milhões do quarto filme.
  • Segunda maior abertura de uma animação de todos os tempos, atrás só de Os Incríveis 2.
  • Orçamento de US$ 250 milhões, o filme mais caro já feito pela Pixar.
  • No Brasil, foi o filme mais assistido de 2026. Arrecadação por aqui em torno de US$ 34,7 milhões.
  • Não é o maior de 2026, apesar de matérias de agosto dizerem isso. Hoje ele é o terceiro, atrás de Homem-Aranha: Um Novo Dia e de A Odisseia, do Christopher Nolan.

Vai ter Toy Story 6?

Não foi anunciado. Não existe data, não existe aprovação pública, não existe elenco. O que existe são declarações do Andrew Stanton dizendo que a equipe tem ideias para mais dois filmes e que Toy Story 3 fechou os anos do Andy, mas que “existe outra trilogia com a Bonnie”.

Circula por aí que Stanton teria confirmado que o sexto filme seria o último. Isso não está em nenhuma fonte primária. As datas de 2030 e 2031 que aparecem em alguns sites são estimativa de analista a partir do ciclo de produção da Pixar, não anúncio.

O próximo filme da Pixar é Gatto, em 5 de março de 2027, dirigido pelo Enrico Casarosa, o mesmo de Luca. Depois vêm Ghost Market em março de 2028, Os Incríveis 3 em junho de 2028 e Coco 2 em novembro de 2029.

Perguntas frequentes

Toy Story 5 está incluso no Disney+ ou é pago à parte?

Incluso na assinatura normal, a partir de 23 de setembro. Não tem Acesso Premier.

Dá para alugar antes no Brasil?

Não. A janela de aluguel digital aconteceu nos Estados Unidos, não aqui.

Criança de 5 anos pode assistir?

A classificação é 6 anos, então a recomendação oficial é que não. Vale lembrar que classificação indicativa é orientação para a família, não proibição dentro de casa.

Precisa ter visto os outros?

Toy Story 4 é o mais importante, porque explica onde o Woody está e por que os brinquedos são da Bonnie. A ordem completa da franquia está aqui.

Quem dubla a Lilypad no Brasil?

Maisa. Marco Ribeiro e Guilherme Briggs seguem como Woody e Buzz.

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